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Turnover na hotelaria ultrapassa 50% em 2025: como reverter esse cenário e proteger a performance do hotel

  • Foto do escritor: VOA Hotéis - Conteúdo
    VOA Hotéis - Conteúdo
  • há 6 dias
  • 4 min de leitura

A hotelaria brasileira voltou a medir oficialmente o índice de turnover em 2025, e os números acendem um alerta importante para o setor. Segundo levantamento divulgado pela CAPIH e publicado pelo Hotelier News, a rotatividade de funcionários ultrapassou 50% ao longo do ano, um patamar que compromete eficiência operacional, consistência de resultados e crescimento sustentável.


Mais do que um problema de pessoas, o turnover elevado é um sintoma claro de desafios estruturais de gestão. A boa notícia? Esse cenário pode e deve ser revertido com mudanças estratégicas na forma como os hotéis organizam suas operações e tomam decisões.


Por que o turnover na hotelaria é tão alto em 2025?


Escalas pouco atrativas, pressão operacional constante e políticas de remuneração limitadas continuam sendo fatores relevantes. No entanto, esses pontos explicam apenas parte do problema.

A raiz do turnover elevado está, cada vez mais, ligada à complexidade crescente da operação hoteleira, que evoluiu mais rápido do que a estrutura interna de muitos hotéis.

Hoje, áreas como:

  • Revenue management

  • Distribuição e paridade tarifária

  • Marketing digital

  • E-commerce hoteleiro

  • Vendas diretas e relacionamento com canais

deixaram de ser funções secundárias e passaram a impactar diretamente a rentabilidade. Quando essas frentes são tratadas de forma fragmentada, reativa ou concentradas em poucos profissionais, o desgaste da equipe se torna inevitável.


Como a alta rotatividade afeta a performance do hotel?


Um turnover acima de 50% gera efeitos que vão muito além do RH. Na prática, ele provoca:

  • Perda de consistência operacional

  • Queda na qualidade da tomada de decisão

  • Dificuldade em manter padrões comerciais e estratégicos

  • Falta de previsibilidade de receita

  • Aumento do retrabalho e da pressão diária sobre gestores

Ambientes instáveis tendem a afastar talentos e dificultar a formação de equipes maduras, preparadas para lidar com decisões estratégicas constantes.



A escassez de profissionais especializados agrava o problema


Um dos pontos mais críticos está na falta de profissionais qualificados, especialmente em revenue management. Além de caros e disputados, esses profissionais, quando atuam isoladamente em um único hotel, ficam limitados à realidade daquele negócio.

Sem acesso a benchmarks, inteligência de mercado e troca constante de informações, torna-se mais difícil:

  • Antecipar movimentos da concorrência

  • Ajustar estratégias tarifárias

  • Reagir rapidamente às mudanças de demanda

  • Sustentar crescimento com margem saudável

Isso gera frustração tanto para o profissional quanto para a gestão do hotel — e alimenta ainda mais a rotatividade.


O turnover é um problema de RH ou de gestão hoteleira?


Embora muitas vezes tratado como um desafio exclusivo do RH, o turnover elevado é, na prática, um indicador direto da maturidade da gestão.

Hotéis que operam com:

  • Processos claros

  • Métricas bem definidas

  • Decisões orientadas por dados

  • Integração entre áreas estratégicas

tendem a criar ambientes mais estáveis, produtivos e previsíveis, mesmo em cenários de mercado desafiadores.


Como reduzir o turnover na hotelaria sem aumentar custos operacionais?


A resposta passa pelo compartilhamento de inteligência e pela integração estratégica das operações.

Quando revenue, marketing, vendas e distribuição trabalham de forma conectada, as decisões deixam de ser intuitivas e passam a ser sustentadas por dados e método. Isso reduz a pressão diária sobre as equipes internas, melhora a previsibilidade de resultados e cria um ambiente mais saudável para retenção de talentos. Seu hotel não fica refém de um decisor no departamento.

Modelos de gestão que combinam pessoas, tecnologia e visão estratégica permitem que o hotel:

  • Cresça com mais controle

  • Reduza dependência de indivíduos isolados

  • Mantenha consistência mesmo com mudanças de mercado


O turnover acima de 50% é um alerta para o futuro da hotelaria


O índice registrado em 2025 deve ser interpretado como um sinal claro de que o modelo tradicional de gestão já não acompanha a realidade do mercado. Mais do que soluções pontuais, o setor precisa repensar estrutura, integração e tomada de decisão.

A hotelaria que conseguir evoluir sua gestão estará mais preparada para:

  • Reduzir a rotatividade de equipes

  • Proteger sua rentabilidade

  • Sustentar crescimento no médio e longo prazo

É nesse contexto que modelos mais integrados de gestão comercial e estratégica ganham relevância. Não para substituir pessoas, mas para criar operações mais eficientes, estáveis e orientadas a resultado.


Como a VOA ajuda hotéis a reduzir o turnover no setor comercial



Na prática, reduzir o turnover passa por diminuir a sobrecarga interna e aumentar a previsibilidade da operação. É exatamente nesse ponto que a atuação da VOA se torna estratégica para hotéis que buscam estabilidade e crescimento sustentável.

Ao estruturar frentes como revenue management, marketing, distribuição, vendas e inteligência comercial de forma integrada, a VOA assume a complexidade técnica e operacional que, hoje, recai sobre equipes internas enxutas ou sobre profissionais isolados. Isso reduz a pressão diária, elimina decisões reativas e cria um ambiente mais organizado, claro e orientado por dados.

Outro fator relevante é o modelo de atuação. A VOA opera diariamente com múltiplos hotéis, mercados e perfis de demanda, acumulando um histórico amplo de dados, práticas testadas e benchmarks reais. Essa inteligência compartilhada permite decisões mais assertivas, reduz erros recorrentes e evita que o conhecimento fique concentrado em uma única pessoa, um dos principais gatilhos de rotatividade no setor comercial.

Mais do que substituir equipes, a VOA estrutura, complementa e fortalece a operação, permitindo que os hotéis tenham acesso contínuo a especialistas, método e tecnologia, sem o custo, o risco e a instabilidade de montar e manter times internos altamente especializados.

O resultado é uma operação mais madura, com processos claros, metas realistas e decisões consistentes. Um ambiente onde as pessoas conseguem performar melhor e, naturalmente, permanecer mais tempo.




 
 
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